Tudo começou quando eu tinha 15 anos e foi trabalhar em minha casa uma linda morena de 25 anos chamada Sonia. Muito delicada e atenciosa, ela logo conquistou a minha amizade, e todas as noites nós ficávamos jogando damas – normalmente já com roupas de dormir, eu, com o tradicional pijama, Sonia num baby-doll transparente que me permitia admirar os biquinhos de seus seios e suas lindas coxas… embora eu nada comentasse. Foi ela quem teve a ‘iniciativa de sugerir, uma vez, uma brincadeira que, segundo disse, chamava-se “brincar de gatinhos”.