Toda vez que me deparo com uma história de “primo do interior”, automaticamente ligo um sinal de alerta na minha cabeça. Em sua grande maioria, soam-se fantasiosas demais, envolvendo situações que dificilmente teriam acontecido na realidade, contadas em diálogos completamente artificiais. Hoje tentarei nadar contra essa corrente. Irei relatar a minha história envolvendo “primo” e “interior”. Se fantasiosa ou artificial demais, fica a critério de vocês. Vamos lá.