Recebendo porra do padrasto

Oie tudo bem?
Vou contar a primeira vez que meu padrasto me comeu, acabou me pegando bem de surpresa.
Pois bem, o meu padrasto (Bruno) nunca foi de ficar me “olhando”… sabe… de comer com os olhos, não sei se por respeito mesmo, ou se tinha medo de a minha mãe ver ou se ele realmente nunca teve nenhum desejo.
Só que, com o tempo, isso foi mudando um pouco…
Houve uma vez em que eu achei que estava sozinha em casa, tomei banho e fui me vestir no meu quarto (costume), quando eu coloquei minha calcinha me virei pra pegar o sutiã e ele estava parado na porta do meu quarto… diz ele que não viu nada, mas duvido.
Houve outra vez em que viajamos nós quatro para a casa do irmão dele, dormimos no mesmo quarto (eu, ele, minha mãe e o Rafa que é filho dele), só que o quarto era muito pequeno aí dormimos com as camas juntas. Senti as passadas de mão dele na minha coxa, na minha bunda e nos meus peitos… eu fingi que dormia, já que estava escuro não tinha como ele ver que eu estava acordada.

Sobre a nossa transa…
Ele não trabalhava sábado e domingo, minha mãe trabalhava 1 sábado sim e um sábado não. Eu e o Rafa na época éramos dois vagabundos, então sempre estávamos em casa.
Numa quinta-feira o meu padrasto disse pro Rafa que ele iria passar o final de semana, já contando de sexta-feira, na casa da mãe dele conforme tinham combinado. No começo eu estranhava o Rafa morar com o pai e não com a mãe, mas o meu padrasto me disse que foi escolha do Rafa já que ele sempre se desentendeu com a mãe por ela querer controlar demais a vida dele… mais do que era necessário (questão religiosa).

Eu fiquei triste porque sexta-feira era a noite em que a gente podia aproveitar melhor pra foder despreocupado, no caso a que antecede a folga da minha mãe já que ela e meu padrasto sempre saíam sexta-feira a noite pra beber e só voltavam tarde, tão bêbados que se a casa caísse eles não acordavam.
Rafa foi pra mãe dele e fiquei sozinha sexta-feira o dia inteiro, já triste porque ia ficar na mão…

Decidi que o jeito era me aliviar sozinha… durante a tarde fui pro meu quarto, já não me aguentando com fogo, arranquei a roupa e meti os dedos na buceta, fiquei apertando meus peitos e me tocando cada vez mais forte e gemendo gostoso.
Até que ouvi o barulho da porta do quarto abrindo…
“Não abre! Não abre.” Falei alto, a porta parou.

Gelei.
“Sou eu, fui dispensado mais cedo porque vão dedetizar o escritório.” Era o Bruno, meu padrasto.
A porta ia abrindo mais um pouco.
“Não abre, eu… eu acabei de tomar banho e ainda to sem roupa…” Inventei.
“Olha… eu ouvi os seus… gemidos.” Ele disse.
Fiquei apavorada na hora.
“Ah…” Só falei, ficando paralisada.
“Relaxa, é normal mulher se masturbar também…” Ele disse.
“É…” Respondi, ainda paralisada.
“Posso te ver?” Ele perguntou.
“O que?” Fingi que não entendi a pergunta.

“Eu to há uma porta de te ver pelada… quem sabe até molhada… posso te dar uma mão.” Ele disse.
Tava em choque, não sabia se deixava ou se metia o pé na porta pra fechar.
“Lili?” Ele me chamou, abrindo a porta bem devagarinho…
“Ai meu Deus… entra.” Falei, respirando fundo.
Ele abriu a porta.
“Nossa… parece que to olhando pra sua mãe com uns anos a menos.” Ele disse.
“Hum…” Só falei, ainda nervosa.
“Acertei, ainda ta molhadinha… tão linda sem roupa.” Ele disse chegando perto.
“Vai ser… nosso segredo… né?” Falei, tremendo de nervosa.
“Vai, vai ser nosso segredinho. Vamos fazer o seguinte, deita, vou tirar minha roupa e vou começando a te chupar.” Ele disse, já tirando a blusa.
“Pera aí… não ia ser só uma mão? Ou vai ser uma rola também?” Perguntei, nervosa e já sabendo a resposta.
“Nós dois podemos gozar aqui hoje, eu te ajudo a aliviar o fogo e você me ajuda a realizar um desejo secreto meu.” Ele respondeu, já colocando as mãos na bermuda, esperando minha resposta.
“Me comer? Bom… mas a porra ta quentinha?” Perguntei, tentando esquecer o nervoso.
“Pra você, vai ta pegando fogo.” Ele disse, tirando a bermuda.
Esperei, mas ele não tirou a cueca.
“Tira, quero ver.” Falei.
Ele botou a rola dura pra fora, é maior que a do Rafa rs
Respirei fundo e peguei nela, comecei a punhetar ele devagar enquanto ele pegava nos meus peitos.
“Eita que se isso for um sonho, quero continuar dormindo.” Ele disse.
Fiquei calada e me ajoelhei, o pau dele tava bem na minha cara, coloquei mais perto e passei no meu rosto, depois encostei meus lábios e fui afundando, voltando, afundando, voltando. Comecei a pagar um boquetinho bem gostoso pra ele.
“Ah… Ah… isso… continua chupando assim… ta gostoso…” Ele repetia.
Depois de um tempinho parei, me deitei na cama e abri as pernas.
Ele começou a me chupar.
“Hum… ai… ah…” Comecei a gemer baixinho, me deliciando com as chupadas gostosas dele.
“Vou te pedir uma coisa meio estranha… vai me chamando de papai?” Ele pediu.
“Ta papai… me chupa mais.” Pedi.
Ele continuou.
“Ai papai… ta gostosinho papai… ai…” Continuei gemendo.
Depois ele veio pra cima de mim, se deitando e ficando cara a cara comigo.
Senti a cabeça da rola dele na minha buceta, fiquei olhando nos olhos dele só esperando ele enfiar e socar até a gente gozar. Enquanto olhei nos olhos dele, vi aquele brilho de satisfação e realização… ele devia ta com muita vontade de me comer…
Aí senti a rola dele entrando, foi botando até não conseguir mais.
“Bota tudo papai… enfia vai… hum…” Sussurrei, começando a gemer.
Ele começou a socar.
“Ta gostando amor? Ta?” Ele perguntou, beijando meu pescoço e metendo cada vez mais forte.
“Ai… Ai… Hum… Hum… Vai papai… Vai… Hum…” Eu só gemia.
Eu já tava quase gozando, mas o que eu mais queria era sentir a porra dele dentro de mim.
Ele passou a me beijar na boca, teve uma hora que ele parou de meter e deixou a rola toda dentro, apertando meus peitos e me beijando. Ficou assim um tempo, depois parou, afastou o rosto um pouco e ficou me olhando.
“Que foi?” Perguntei.
“Nada, tão novinha e gostosa, com uma carninha dessas… tão gostosa de comer.” Ele disse e voltou a me beijar.
Voltou a meter, dessa vez com força.
“Hum… Hum… Hum…” Eu gemia em meio aos beijos.
Gozei no pau dele.
Ele continuou metendo até gozar dentro da minha buceta.
“Isso papai… isso… isso…” Eu gemia, agora feliz por ter levado porra dentro.
Ele se levantou e viu a porra escorrendo.
“Gostou?” Ele perguntou.
“Amei…” Passei um dedo na buceta e depois lambi a porra que peguei.
Fomos tomar um banho pra se limpar e taquei o lençol pra lavar rs

Foi isso.
No próximo, vai ter muito cuzinho… muito mesmo.
Beijinhos.

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