Virei uma putinha de luxo

Depois das aventuras frustradas do Beto, ele se contentava em ouvir eu contar meus encontros, e me imaginar nas suas fantasias. Essa, surgiu logo que casamos, inspirada numa reportagem que ele leu na adolescência, sobre mulheres casadas que faziam programas.

Depois de ir a uma boate de strip-tease numa despedida de solteiro, Beto me convenceu a ir conhecer, acabei dando um show e tirando a roupa toda.

Voltamos a boate algumas vezes, o ambiente nos excitava, Beto adorava me ver dançando, fazendo strip provocando os clientes e recebendo cantadas.

Numa sexta feira passei o dia provocando ele, mandando mensagens sacanas e fotos sensuais por e-mail.

A noite, quando ele chegou, pediu para eu por uma roupa bem sensual e dançar para ele na boate.

Coloquei um vestido curto e justo marcando a calcinha e o sutiã, fechado por zíper na frente.

Na boate, depois de beber quase uma garrafa de espumante, subi no palco de poledance, fiz um show de strip e fiquei dançando nua, girando e me esfregando no ferro por uns 10 minutos

Voltei para mesa com as roupas na mão, ele falou que eu tinha sido a sensação da casa, guardou a calcinha e o sutiã para eu ficar só com o vestido, subiu o zíper apenas um palmo, deixando um decote gigante, abaixo do umbigo, as aureolas dos peitos aparecendo, sussurrou no meu ouvido que assim ia ser “facinho” arrumar um programa.

Dei uma gargalhada, falei que não estava ali para arrumar programa.

Ele com a cara mais sacana perguntou porque não.

Falei que ele estava maluco.

Ele lembrou que eu sempre falei de transar com um homem mais velho, mostrou um coroa de uns 45 anos, bonitão, com o corpo legal, malhado de ginástica, que tinha ficado hipnotizado pelo meu show.

Percebi que ele estava falando sério sobre fazer programa, perguntei se queria mesmo que eu fizesse aquilo.

Ele me olhou visivelmente excitado, disse que sentia o maior tesão de imaginar eu transando com outro cara, embora sentisse ciúmes o tesão era maior.

Eu estava chocada, tudo bem Beto gostar de me ver sensual, até fazendo strip-tease, mas daí a fazer programa como uma prostituta era bem diferente.

Aquela conversa me deixou desconcertada, mas também muito excitada, dei um beijo apaixonado, me agachei entre suas pernas, botei o pau para fora e fiz um boquete.

ele gozou tanto na minha boca, que escorreu pelo queixo e pingou no peito.

Fui me lavar, na volta o coroa me abordou, por cima do ombro dele vi Beto incentivando.

Falei um valor de programa, bem maior que as meninas pediam, para minha surpresa ele topou, saímos para um dos reservados da boate.

Assim que entramos ele me abraçou por trás, apertando meus peitos, me inclinou pra frente, enfiou dois dedos na boceta, dizendo que eu era a puta mais gostosa, cheirosa e apertadinha que ele tinha pego, alisando minha bunda me chamando de piranha disse que estava doido para me enrrabar.

Ouvindo o coroa me chamar de puta e piranha, me dei conta que eu estava pronta para ser fodida, usada, fazer tudo que ele mandasse, além de não estar incomodada com isso, tinha o incentivo do meu marido, o tesão que eu sentia era enorme.

Por duas horas ele me comeu de todo jeito, sem parar, faz o que queria comigo, tinha uma disposição absurda, me fez gozar varias vezes, gozou dentro de todos os buracos, no corpo todo, no rosto, no cabelo, me deixou toda melada e esgotada.

Voltei para a mesa, mostrei para o Beto os cabelos melados e o dinheiro que recebi pelo programa.

Eu tinha gostado de fazer o papel de garota de programa, prostituta, foder por dinheiro.

Quase um ano depois desse primeiro programa, frequentávamos a boate pelo menos uma vez por mês, quando estávamos afim de aprontar, Beto pedia para eu me vestir como uma garota de programas e fazer strip-tease.

Nessas noites choviam propostas de programas, em três ocasiões eu aceitei, porque estávamos muito excitados, os caras eram interessantes e pagaram o valor que eu pedia, bem acima que o das meninas.

Beto adorava me comer ouvindo os detalhes.

Uma sexta a noite, quando estávamos chegando na boate, vimos um Jaguar parando na porta, desceu um negão de uns 35 anos, lindo, muito bem vestido.

Tive certeza que Beto ia imaginar ele me comendo.

Esse conto ficou muito grande, por isso dividi em.partes. vou contar o resto depois

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