A primeira vez que vi minha mulher com outros homens

Olá, eu me chamo Rafael, tenho hoje 36 anos e esse é o meu segundo conto.
Como dito no conto anterior, todos os meus contos são verídicos. Sem invencionices.
Apenas os nomes são levemente modificados a fim de preservar identidades.

Eu tinha por volta dos meus 24 anos e morava junto, praticamente casado com essa nissei chamada Miuki.
Miuki era uma japinha e surfista linda, com sardas no rosto, magrinha, seios pequenos e empinados, bumbum recheado e cabelos até os ombros cortado mais curto atrás. Aquele tipo de mulher que tem cara de patricinha, sabe?
Miuki era 1 ano mais velha que eu e já estávamos juntos havia 2 anos. Trepávamos loucamente todos os dias e os vizinhos comentavam sobre nós pelas nossas costas. Não ligávamos pros comentários e dizíamos que era inveja.

Trepávamos em qualquer lugar e a qualquer hora. Não havia pudores entre nós 2.
Até que um dia em casa enquanto comia ela de 4, perguntei a ela se iria curtir um pau na boca pra gemer mais baixo e ela me respondeu balançando a cabeça dizendo que sim.
Terminamos de fuder e voltei ao assunto. Disse a ela que podia ser sincera comigo e falar a verdade, o que ela já sabia que podia. Perguntei se ela respondeu à sério durante a foda e ela disse brincando que qualquer coisa valeria pra ela conseguir fazer menos barulho. Insisti um pouco e ela respondeu com vergonha que tinha sim aquela fantasia, só que nunca me disse por medo de eu achar que ela não me amava mais. Respondi que nada a ver, que sexo era só sexo e desejos eram só desejos que poderíamos realizar, porque eu também tinha aquela fantasia desde que me entendo por gente. Ela topou e no dia seguinte fizemos perfil em vários sites liberais.

Estivemos conversando com vários caras e vários casais do meio por uns 2 ou 3 meses. Até que pintou o convite de um casal de pseudônimo “Casal40RJ”, que moravam perto de nós.
Carlos e Célia então nos chamaram para uma festa em uma boate que eles tinham em casa, a “Boate do Casal 40” e topamos.
No final de semana seguinte então fomos, mas sob as promessas de que não faríamos nada que não quiséssemos e que “não” seria “não”. Iríamos só pra conhecer o pessoal e saber como aquele mundo funcionava.

Chegamos ao local: Uma casa bem bacana na Zona Oeste do RJ. Tocamos a campainha e logo fomos atendidos por Célia, que nos recebeu super bem, nos conduziu até a parte de cima da casa (uma verdadeira boate!) e nos apresentou a Carlos e todo o resto do pessoal que lá estava.
Haviam no mínimo uns 30 casais, sem contar as solteiras.
Carlos prontamente nos serviu cervejas e nos disse para ficarmos à vontade, pra comermos alguma coisa e pra pegarmos mais cerveja no freezer, caso quiséssemos.
Conhecemos muita gente e todos eram muito simpáticos.

Bebidas vão e bebidas vem, conversas aqui e acolá, Miuki e eu resolvemos ir pra pista de dança junto com os outros.
A pista de dança estava escura, já estávamos meio bêbados e nosso clima estava esquentando… Foi quando tudo aconteceu muito rápido.
Logo eu me via cercado por duas mulheres maravilhosas, uma coroa, esposa de um rapaz negro e uma mulher mais nova, que aprecia ser solteira.
Miuki estava cercada por 2 homens, um deles o marido da coroa que estava comigo, e já esfregava a bunda em um deles quando essa coroa a segurou pelos cabelos e a beijou na boca.

Nesse momento meu pau latejou forte e a mulher mais nova que estava comigo esfregou a palma da mão nele, em seguida me beijando.
Quando finalmente aquele beijo demorado e sarrado terminou, olhei pra Miuki e ela estava apoiada no pole dance de uma maneira ousada, empinando a bunda com seu vestido e sem calcinha (ela nunca usava quando saía comigo) e beijando um rapaz mais novo, enquanto o rapaz negro enfiava dois dedos na sua buceta pelas costas.
Ela gemia enquanto beijava e só aquilo já me deixou a ponto de gozar, quando a coroa disse pra irmos todos para o “quartão”.
Fomos.

O tal “quartão” era um cômodo enorme com umas 4 camas de casal juntas.
Deitamos todos na cama, as mulheres ao meu redor e só me lembro de ter fechado novamente os olhos quando a mais nova tirou minha bermuda e engoliu meu pau inteiro. Durante aquele boquete maravilhoso (que eu não fazia noção de há quanto tempo eu estava recebendo) enquanto beijava a coroa e chupava seus seios, olhei pra Miuki e ela já estava de pernas arreganhadas em frango assado, dando violentamente sua buceta enorme de carnuda pro rapaz negro, enquanto engolia, sem espaço pra gemer, o pau do outro homem.

Verifiquei se o rapaz estava usando camisinha, constatei que sim e relaxei.
Senti a morena mais nova colocando a camisinha no meu pau e sentando nele, enquanto eu puxava a coroa pra que ela ficasse por cima pra que eu lhe chupasse a buceta. Me afoguei com aquele rabão na cara.
Depois de algum tempo finalmente resolvi trocar de posição, coloquei a coroa de 4 na beirada da cama enquanto ela chupava a buceta da morena, então olhei pra ver como estava Miuki.
Ela estava agora de 4, mas rodeada por 4 homens. 2 dos quais eu já havia falado, masturbando um terceiro enquanto o outro só assistia se masturbando.

Ela fazia um barulho de gemido sufocado enquanto mamava, masturbava e tomava pedradas na bunda.
Uns tempos depois deitei ao lado dela, puxei seu cabelo, a beijei e deixei-a voltar às atividades, enquanto eu mesmo voltava às minhas.
Todos os 4 homens gozaram na barriga dela e quando eu fui gozar com a morena de 4, tirei meu pai, puxei o cabelo de Miuki ainda de 4, tirei a camisinha, abri o rabo da minha japa com um tapão, empurrei fundo e, 4 socadas depois, gozei feito um louco.
Fomos todos pro banho e continuamos a fuder lá.

Depois voltamos pra festa. Carlos e Célia vieram e se sentaram conosco, juntamos uma mesa e ficamos papeando juntos às pessoas que tínhamos acabado de fuder.
Nos perguntaram como foi e eu disse que a Miuki quem deveria responder. Ela meio envergonhada, mas ainda meio bêbada, disse “foi maravilhosamente diferente”.
A partir daquele dia passamos a fazer coisas do tipo em várias festas que éramos convidados.
Pretendo contar aqui mais uma outra festa em que fomos e que se destaca das outras, mas dessa vez com a participação do Mister Catra.
Abraços pessoal! Espero que tenham gostado. Caso sim, deixe seu voto!
E até o próximo conto!

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