Gozei muito em sua boca enquanto lia contos

Como mencionei no conto anterior, fiquei doente durante o carnaval. Febre, indisposição… Tudo que você não quer sentir durante o feriado mais animado do ano. Como sou teimosa e dura na queda, inventei de ir mergulhar assim mesmo. Claro que eu sabia que passar horas dentro da água, ainda mais com a pressão, não ia me fazer nada bem, mas estava disposta a pagar o preço.

O mergulho foi maravilhoso, mesmo não tendo conseguido fazer o último dos três programados. Quando estou debaixo d’água esqueço de tudo que há fora dela, tudo se resume ao cenário maravilhoso e às surpresas que lá encontramos, desde espécies que nunca vi aos naufrágios que me encantam.

Enquanto mergulhávamos estava tudo ótimo, mas bastou sairmos da praia e senti o que aquele esforço havia significado para meu corpo. Me sentia sem forças para nada. A muito custo dei conta de almoçar e voltar para casa, e quando lá chegamos apaguei na hora. Dormi a tarde quase toda e fiquei a noite ainda meio mole, mas quando chegou a hora de ir dormir, cadê o sono? Estava elétrica, entediada, mas não ia inventar de ir para o carnaval daquele jeito. Até porque a Bruna havia ficado a tarde toda acordada, preocupada comigo e estava ali dormindo ao meu lado lindamente.

Resolvi fazer o que já me ocupou em tantas noites de insônia: vir aqui e ler uns contos. Tenho uma listinha dos autores que acompanho e não deixo de ler nada que eles postam. Quando não tem nenhuma novidade deles, inicio uma busca a um novo nome para lista. Quando acho, faço exatamente o que fiz com os demais, leio todos os contos em ordem cronológica, assim consigo ter uma noção da relação entre as histórias bem como a evolução da escrita e coisas assim.

Entrei no site, vi que nenhum dos meus favoritos tinha postado nada de novo e fui ver os novos nomes na lista de melhores autores. Como fiquei um tempo sem entrar, vi que tem algumas novidades por ali e foi assim que cheguei aos contos do Severus. Os que já leram, sabem do que estou falando, os que não, recomendo! Naquela noite li uns seis ou sete, todos muito bem escritos (sou bem chata quanto a isso, coisa de professor, talvez!), uma descrição dos fatos que te permite visualizar a cena perfeitamente, bastante excitantes e histórias nada repetitivas.

Estava me deliciando com a leitura, deitada de lado e de costas para a Bruna, quando senti a mão dela acariciando minha bunda. Achei que ela tinha visto que estava lendo contos e tinha resolvido me provocar, então continuei a leitura. Se minha imaginação já estava me levando a situações deliciosas, imaginem como fiquei ao conciliar isso sentindo a mão dela rodear minha buceta.

Ela estava tão molhada que a Bru se surpreendeu. Chegou um momento que não dei mais conta de raciocinar e larguei o celular de lado e fiquei só sentindo o dedo dela contornando o meu grelo. Eu gemia baixinho e me deliciava com a cara de safada que ela fazia, nem parecia que havia acabado de despertar.

– Estava tendo um sonho erótico com você e acordei fazendo exatamente o que fazia no sonho. Passava a mão por essa sua bunda gostosa, colocava tua calcinha de lado e sentia você molhada.

– Achei que tinha vindo me provocar porque viu que eu estava lendo contos.

– Não vi. Então continua a ler!

Quando ela me pediu isso achei extremamente irônico, pois recentemente me veio a cabeça uma fantasia nova, de chupar alguém enquanto a pessoa lia um conto meu. Naquele momento eu podia sentir o que fantasiei em proporcionar. Confesso que tive uma certa dificuldade em me concentrar na leitura, mas valeu muito a pena. Imaginava o que estava sendo relatado como se acontecesse diante dos meus olhos e sentia minha buceta ser chupada com maestria. Eu me contorcia na cama, gemia, arfava… O tesão estava tão à flor-da-pele e aquilo estava me dando tanto prazer que gozei duas vezes na boca dela até finalizar a leitura.

Depois foi a minha vez de retribuir. Deitei-a, fui para cima dela e beijei-a me deliciando com meu gosto em sua boca. Isso foi a gota d’água para fazer meu tesão passar de qualquer limite. Beijei seu corpo todo, descendo pelo seu pescoço, passando por aquele par de seios deliciosos, por suas coxas grossas até que tive mais uma grata surpresa: ela havia gozado enquanto me chupava.

Senti sua buceta molhada, o gozo escorria entre meus dedos e passava entre suas lindas pernas. Não tinha como resistir e não me deliciar com aquilo. Cai de boca e fiz questão de assumir uma missão impossível, limpar ela todinha. Quanto mais eu chupava, mas molhada ela ficava! Sentia seu corpo estremecer a cada linguada que dava na pontinha do seu clitóris e brincava com isso – confesso que a tortura foi proposital. Contornava seu clitóris, esfregava a língua de um lado para o outro, de cima para baixo… Chupei aquela buceta de todas as formas que me vieram a mente e fui recompensada com seu gozo delicioso.

Ali me deu uma vontade de fazer algo que é característico no sexo lésbico, mas confesso que não está entre as coisas que me dá mais prazer. Mas naquele momento tudo que eu queria era sentir aquela buceta molhada roçando na minha e assim montei em cima dela numa tesoura gostosa. Ficamos nos esfregando uma na outra, sentíamos tudo tão melado, não dava para saber de quem vinha, apenas que estava muito delicioso. Quando o gozo veio, foi arrebatador. Eu gemi alto e ela começou a se tremer todinha. Desfaleci em seus braços e ficamos assim até adormecer.

Foi uma noite deliciosa, imprevisível e intensa. Na verdade, esses três adjetivos resumem bem a passagem da Bruna na minha vida e certamente é assim que sempre irei lembrar dela. Não sabíamos naquele momento, mas ali fechávamos com chave de ouro a nossa história juntas.

Espero que tenham gostado tanto quanto eu.

Beijos,

Blue.

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