Minha esposa e um casal safado

Ainda sobre as aventuras da minha esposa na época de separada, venho relatar quando ela e uma amiga saíram com um cara Mas antes de contar, vou apresentar as pessoas para que vocês possam entender tudo.

Aumento Peniano

Lúcia, minha esposa que na época em que estávamos separados tinha 32 anos, pele branca, boca carnuda, olhos azuis e cabelos avermelhados. Seios fartos, pernas grossas e uma buceta que lembra muito o famoso “Capô de Fusca”.

Silvia, amiga da minha esposa, casada. Na época ela tinha 30 anos, morena, cabelos lisos, seios fartos, baixinhas, bundinha perfeita e uma cara de safada que denunciava bem o seu perfil de devoradora de pica.

Roberto, o amante da Simone. Um cara de 45 anos, lutador, moreno, forte, barba por fazer e uma piroca capaz de deixar qualquer mulher dolorida por alguns dias.

A fantasia dele era comer a Silvia e mais uma amiga. Mas ninguém topava a aventura até que ela passou a assediar a minha esposa na tentativa das duas irem para o motel com o cara.

Foi numa sexta-feira, depois do expediente que Silvia conseguiu o que queria. Na empresa que elas trabalhavam, andar muito bem arrumada era uma exigência da diretoria.

Foi assim que Roberto conheceu a minha esposa e claro se encantou. Sentou-se com elas na mesa, e foram bebendo.

Minha esposa sempre bebeu uma bebida chamada Ice, mas com duas ou três garrafinhas, ela já ficava soltinha, consciente dos seus atos, mas soltinha, soltinha.

E nesse ritmo os três acabaram numa suíte de motel. Chegando lá, Roberto partiu para cima da Silva que nem perdeu tempo, já tirou a roupa do cara enquanto ele a despia. Quando minha esposa viu a jamanta que era a pica do cara, sentiu a calcinha melar, mas ficou preocupada. O troço era descomunal, segundo ela.

O perfil do Roberto é daqueles homens brutos. Que pegam a mulher e faz o que quer com ela. Minha esposa foi entrando na brincadeira e deixou claro que não curtia mulher e muito menos deixaria aquela tora invadir seu cuzinho.

Tudo acertado ambas caíram de boca no poste de carne.

Uma chupava enquanto a outra beijava a boca do comedor, depois alternavam. Minha esposa dizia que não tinha a menor chance daquele pau entrar na sua boca, pois além de grande era exageradamente grosso e com uma cabeça fora do normal.

Ainda assim, seu desejo falou mais alto e enquanto Silvia sentava na boca do amante e esfregava a buceta na cara dele, minha esposa não se aguentou e sentou na tromba do Roberto, que inicialmente lhe causou muita dor, pois o pau foi lhe abrindo as pregas e preenchendo toda a sua buceta fazendo com que ela ficasse esticada no nível máximo.

Já com a piroca toda dentro, o cara começou a destruir a buceta da minha esposa, literalmente. De baixo pra cima, ele socava com força, metia e fazia seu corpo balançar por inteiro. Silvia assistia ao massacre de camarote. Roberto, metia os dois dedos em sua buceta e minha esposa seguia sendo castigada.

Ele pediu que ela ficasse deitada na beira da cama, e ali, com seus pés em seus ombros, voltou a meter cada vez mais forte. Minha esposa perdia o folego, gozava, voltava a si, gozava de novo e foi assim até que ele lhe encheu a buceta de porra.

Cansada e com a buceta inchada, dolorida e bem avermelhada, o cavalo partiu pra cima da Silvia que já estava acostumada com a trepada violenta do amante.

Com ela, ele fez ainda pior. Metia e desferia tapas em sua bunda. Fodia sua buceta e metida três dedos em seu rabo. Silvia gozava até sair lágrimas dos seus olhos e quando ele berrou que gozaria, ele se postou em sua frente e bebeu todo seu gozo.

A minha esposa achou que nesse momento ele descansaria. Nada disso. Com ela de quatro na cama, ele caiu de boca na sua buceta lhe chupando com força. Assim que ela gozou em sua boca ele apontou a pica e meteu o pau inteiro na sua buceta. Ela gemeu, sentiu a racha pegar fogo e seus sentidos bambarem. Mas o cara não parava, parecia um touro. Metia a pica com tanta força que ela sequer conseguia elaborar uma frase. Pedir para ele ir devagar era besteira e mais algumas estocadas e ele gozou de novo.

Silvia, vendo aquele pau meado de mel e porra, não se aguentou e caiu de boca. Nesse momento, minha esposa queria um banho, mas até para andar estava difícil. Assim que saiu do banho, ela pediu para ir embora, estava exausta.

Ele disse que elas só sairiam de lá depois de outro boquete e as duas finalizaram a noite dividindo amigavelmente aquela tora avassaladora.

No sábado de manhã eu precisei ir na sua casa, ela abriu a porta só de calcinha e blusinha. Fiquei louco e parti para cima. Ela disse que estava toda ardida e não poderia transar comigo.

Entramos em seu quarto e pedi pra ver. Quase não acreditei no vermelhidão em que sua buceta se encontrava.

Enquanto ela contava eu não me aguentei e cai de boca, acabamos transando assim mesmo, mas isso eu conto outro dia.

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