Nada como assistir futebol com os amigos

Era dia um de jogo do Campeonato Brasileiro e eu e meus amigos somos fanáticos por futebol.
A expectativa era grande, a maioria de nós era santista, somente Ana, minha esposa, e Pedro torciam pelo Palmeiras. Eles apareceram aproximadamente 14:30 com cerveja e salgadinhos para petiscarmos na hora do jogo. Vieram o Pedro, o Hélio e o João Grandão (que a gente costumava chamar de Grandão por ele ser um negão de 1.80 de altura e por ter fama de outras propriedades…), trazer a cerveja era o

mínimo que eles podiam fazer, já que eu estava fornecendo minha casa e a televisão. Os sujeitos entregaram as cervejas e as guloseimas a Ana e sentaram-se nas poltronas na frente da televisão.
Pedro sorriu a Ana e perguntou:
– Ruy, como você conseguiu que essa senhora bonita casasse com uma pessoa tão feia como você?
Eu respondi:

– Deve ser por causa de meu charme irresistível.
Grandão sorriu, bateu nas costas de Pedro e lhe disse:
– Ele lhe ganhou uma hoje, um a zero para o Ruy.
Michele sorriu de maneira tímida. Vou descrevê-la: Ela tem 1.72, é a mulher mais sensual que já passou por minhas mãos. Ela tem cabelo loiro, liso, longo natural e olhos verdes. Suas pernas são grossas, seu bumbum é durinho e empinadinho, de dar água na boca de qualquer homem. Seus peitos são durinhos e não muito grandes, mas são uma delícia.

Ana só viu meus amigos alguns vezes antes. Ela realmente não conhecia nenhum deles, só os tinha visto uma vez ou outra. Este fato a deixou um pouco quieta no princípio. Ela começou a beber cerveja conosco, mas mantendo uma certa distância, pois ela é muito tímida. No meio do primeiro tempo ela começou a se enturmar com a gente e fazer comentários sobre o jogo. Não era uma grande surpresa que meus amigos dessem muita atenção a Ana. Eles faziam de tudo para que ela não se sentisse constrangida de estar no meio de homens desconhecidos. Ela já estava familiarizada com todos e nos mantínhamos sempre abastecidos de cerveja e petiscos indo até a cozinha a toda hora, embora ela seja uma grande fã de futebol. Ela na verdade sabe mais sobre o jogo do que eu.

Ao fim do primeiro tempo nós estávamos bem altos. Estávamos bebendo muita cerveja, e Ana nos acompanhava, apesar de não ter o hábito de beber desse jeito. Percebi que todos olhavam para ela. Todos os olhos seguiam Ana quando ela ia buscar mais cerveja na cozinha. Ela estava usando um bustiê vermelho meia taça e um short branco bem justinho e pequeno, que mostrava todas as curvas e as polpinhas de seu bumbum. Eu comecei a notar que ela estava caminhando com um pouco mais tremor que habitual. Ana tinha bebido algumas cervejas a mais da conta. Ela soube como os sujeitos estavam a olhando e ela decidiu organizar um

espetáculo. Os mamilos dela estavam cutucando o tecido do bustiê, seus seios estavam durinhos e empinados. Ana gostava que a achassem bonita e estava adorando ser cobiçada. Ana se sentou e continuou a discussão dela com Grandão sobre a atuação do Palmeiras no jogo. Depois de alguns minutos de discussão acalmou a conversa.
Ana quebrou o silêncio perguntando para grandão:
– Por quê te chamam de Grandão? O que significa?

Grandão sorriu e o resto de nós começou a rir. Ana perguntou o que era tão engraçado. Grandão respondeu:
– Você não ia querer saber, Ana.
Ela olhou todos os quatro de nós com um sorriso hesitante e perguntou com uma voz sensual:
– Por que não?
O riso aumentou. A expressão de Ana mudou de diversão a frustração. Ela disse:
– Não gosto desse tipo de tratamento. Por que você não me pode contar por quê o chamam de Grandão?
Eu perguntei:
– Você quer saber mesmo? Realmente quer saber?
Ana fez que sim com a cabeça. Eu perguntei novamente:
– Você está segura?
Ana berrou:
– Claaaaaaarooooo.
Eu disse para Grandão responder para a minha mulher.
Grandão começou:
– Refere-se ao tamanho de meu órgão genital. O tamanho dele é acima da média, e o pessoal me botou esse apelido.
Ana começou a se ruborizar.
Todo mundo continuou sorrindo e olhando para Ana.
Depois de uma pausa disse ela, indecisamente:
– Bem! Qual o tamanho?
A face de Grandão assumiu um olhar mais sério e ele perguntou:
– Você quer que eu diga quanto mede?
Ana repetiu:
– Eu quero saber tamanho chega.
Grandão respondeu orgulhosamente:
– 24 centímetros!
Ana balançou a cabeça e Falou:
– Eu não acredito nisto.
Grandão olhou ofendido pelo ceticismo de Ana e disse:
– Você quer que eu prove isto?
Para a minha surpresa Ana disse:
– Prove!
Até onde eu soube, Ana nunca tinha visto outro homem sem roupa. Eu fui seu primeiro namorado e ela casou virgem. Sem vacilo Grandão baixou o short dele revelando uma protuberância enorme. Ele continuou arrastando o short até os joelhos. O membro de Grandão ficou dobrado debaixo das bolas entre as pernas dele. Devia ter aproximadamente uns 18 cm.. Ana espichou seu pescoço para olhar mais de perto. Ela ficou impressionada com o tamanho do pau dele, mas ela tentou não deixar transparecer. Ana sorriu maliciosamente:
– Para mim aí não tem 24 cm.!
Grandão respondeu gritando:
– Bem, ele não está duro ainda.
Ana disse ironicamente:
– É claro que você é enorme!!!
Grandão disse furiosamente:
– Por que você não vem aqui e dá uma chupadinha? Então você verá 24 cm..
Grandão me atirou um olhar e disse num tom mais tranquilo:
– Desculpe Ruy… perdi o controle!
Eu disse, apesar de estar meio confuso com a situação:
– Tudo bem Grandão, ela lhe provocou.
Ana me olhou com um olhar inquisitivo. Eu notei que ela quis ver o tamanho que o pau de Grandão adquiriria, mas ela não o quis tocar.
Ela perguntou:
– Há qualquer outro modo de você deixar isto duro sem que eu toque nele?
Grandão pensou um pouco e respondeu:
– Bem, se você ou Ruy não ligam, você poderia fazer uma dança sensual.
Ana me olhou para ver minha reação. Olhei-a e mexi os ombros, deixando a decisão para ela. Eu deixei porque eu gosto de olhar o seu corpo sensual e realmente não noto se outros homens a olham. E sempre quis que ela dançasse uma dança sensual, mas sua natureza tímida sempre a impediu de fazer isto. Ana olhou Grandão e o pau dele e olhou para mim novamente. Todos nós seguramos nossa respiração para ver o que ela faria. De repente ela saltou para cima e se correu para quarto. Eu pensei que ela tivesse ficado envergonhada. Eu comecei a ir e cuidar dela quando eu ouvi música. Ana apareceu novamente com o aparelho de som dela na mão. Ela havia trocado de sapatos, colocou um de salto alto vermelho. Ela acomodou o som na mesa de café, ligou-o e começou a dançar ao redor de Grandão e se pau. A expressão em seu rosto era de satisfação. Ela não tirava os olhos do pau de Grandão. Ela deslizava as mãos pelos seios, se agachava e levava as mãos ao bumbum, e empurrando os quadris e pélvis para frente e para trás, fazia um movimento como que estivesse transando. Eu não sabia que ela dançava assim. Ela nunca tinha feito isto para mim. Deveria ter sido a cerveja. Ana estava tendo um efeito no pau de Grandão. Porém, ainda não havia conseguido os 24 cm..
Quando a música terminou, Ana olhou o pau de Grandão e observou:
– Não parece completamente duro.
Ela fez beicinho e perguntou:
– Estou dançando direito?
Todos responderam:
– Sim!!!!
Ana continuou:
– Então, por que Grandão não está duro?
Grandão respondeu:
– Sua dança é linda Ana, mas para isso eu necessito de algo mais picante.
Ana me olhou e perguntou a Grandão:
– Quer que eu faça um strip para você?
Grandão me olhou meio constrangido e disse:
– Bem, é o que eu tinha em mente.
Eu poderia ver nos olhos de Ana que ela estava apreensiva, seu olhar era um misto de medo e excitação. Eu tinha dúvidas se ela conseguiria tirar as roupas na frente destes homens. Ela me olhou para mim a ajudar a resolver o dilema. Eu a olhei então, uma vez ou duas e meneei a cabeça concordando. Um sorriso veio imediatamente à face dela. Eu soube então que ela realmente queria fazer um strip para todos meus amigos.
Ana saltou em cima do aparelho de som e ligou a música novamente. E começou a dançar como antes, com muitos movimentos sugestivos. Depois de um minuto ela cruzou os braços e agarrou o fundo do bustiê e elevou-o lentamente em cima dos peitos e logo depois, por sobre sua cabeça. Ela estava usando um sutiã vermelho, que mal a cobria. Os seios grandes dela estavam parcialmente descobertos. Ana enganchou os dedos polegares no cós dos shorts e foi tirando-o bem devagarinho. Sem parar de dançar ela foi tirando o short deslizando seus polegares por suas coxas, joelhos, pés… Ficou com uma calcinha minúscula e dava para perceber que ela havia aparado seus pelinhos. A correia na parte de trás da calcinha desapareceu na racha do bumbum dela. A bundinha dela estava desnuda. Quando ela se agachava e empurrava os seios, as bochechas de seu bumbum se separavam e revelava o cuzinho dela claramente. Ana continuou dançando. Todos pareciam ansiosos para ela se iria tirar tudo, mas ela parecia relutante. Ela me olhava seguidamente para analisar minha reação. Eu cabeceei novamente e ela soprou um beijo para mim. Ela botou os braços nas costas para desenganchar o sutiã e então parou. Ela se ruborizou quando percebeu o que ela estava a ponto de fazer. Eu pensei que ela poderia parar. Meus amigos a incitaram. Eles gritaram que ela era muito bonita e sensual. Ela sorriu e recuperou sua confiança. Tudo isso estava tendo um efeito positivo no pau de Grandão. Como Ana percebeu isso, ela ficou ainda mais determinada em fazê-lo crescer. Ana virou-se de costas e começou a desenganchar o sutiã. Ela segurou o sutiã contra os seios deixando as amarras livres sem parar de dançar. Ela virou-se de frente para nós balançando lentamente os quadris. O rubor tinha abandonado seu rosto. Ela apertava e acariciava seus seios. Ela abaixou o sutiã, lentamente e revelou seus mamilos duros. Ela continuou balançando os seios. Ana notou o pau de Grandão ficava maior a cada instante, mas ainda não estava completamente duro. Ana enganchou os dedos polegares nas correias dos calcinha e começou a afastá-la do montículo dela. Seus cachos loiros suaves ficaram visíveis. Ela virou-se, agachou-se, e sem dobrar os joelhos foi empurrando a calcinha para os tornozelos. Isto expôs o cuzinho e a bocetinha dela para todos meus amigos. Estava claro que ela estava ensopadinha. A mancha na calcinha dela confirmou o fato. Eu nunca pensei que eu veria minha esposinha inocente dançando nua na frente de um grupo de homens. Ana devolveu a atenção ao pau de Grandão. Ainda não estava do tamanho que ele prometera. Porém, era mais longo.
Ana perguntou com um tom de frustração:
– O que eu tenho que fazer para ele ficar duro?
Todos sabíamos a resposta para a pergunta. Ana também sabia. E continuou dançando, mas havia indecisão na face dela. Ela me olhou algumas vezes, mas eu estava desfrutando sua dança sensual. Lentamente Ana foi se aproximando de Grandão. Ela cutucou o saco de Grandão com seu joelho, suavemente, e estabeleceu contato com o culhão dele, que tinha bolas enormes. Ela o esfregou com suavidade para alguns momentos e foi recompensada com um crescimento de um ou dois centímetros no cacete de Grandão. Ele ainda não era completamente duro. Ana me olhou com um olhar frustrado. Eu encolhi os ombros e a frustração dela transformou-se em determinação. Ela me olhou e dobrou lentamente os joelhos, colocando-se de joelhos a frente de Grandão. Percebi finalmente em meu cérebro de ervilha que Ana faria qualquer coisa para ver Grandão duro. Ela continuou olhando minha face para ver minha reação quando ela agarrou o pau de Grandão com a mão direita e lentamente começou a acariciá-lo. Eu poderia ver a paixão nos olhos de Ana. Ela estava me pedindo com os olhos para a fazê-la parar de ir mais adiante. Eu fui tentado a pôr um fim no ato vigoroso de Ana. Por outro lado, eu a imaginei colocando aquele monstro na boca, e chupando aquele pau enorme. No fundo eu estava excitado. Minha indecisão e a provável excitação deram à Ana curso de sua ação. Sem alarde, ela guiou a cabeça do cacete de Grandão para sua pequena boca. Ana subiu e desceu algumas vezes de cima abaixo sua boquinha naquele cacete e não mais para mim. As ações dela me afetaram mais que eu pensei. Assisti com grande surpresa como minha doçura, Ana, abocanhou, com seus lábios vermelhos suaves, o maior pau que qualquer um de nós já tinha visto. Ela estava chupando-o furiosamente. Satisfeita por eu não ter reprovado suas ações, Ana fixou o olhar na face de Grandão. Eu penso que, na verdade aprovei o que Ana estava fazendo. Grandão também foi surpreendido ao vê-la chupando seu pau. Os olhos verdes dela o hipnotizavam enquanto ela lambia e chupava a cabeça do pau dele. O cacete de Grandão, era maior que o pulso de Ana de grossura, e maior que o antebraço dela de comprimento. Ela mal conseguia colocar a cabeça dele inteira na boca. Os lábios rechonchudos dela eram alargados com ela tentando tragar o monstro de Grandão. Ana só poderia conseguir levar um pouquinho dos 24 cm. na boca. Ela lambeu a seta e as bolas de Grandão e olhou-o o tempo todo nos olhos. Era um espetáculo infernal. Grandão estava completamente duro e assim como nós todos. Grandão tinha conseguido provar a Ana que o pau dele era tão grande quanto ele disse. Ela poderia ter parado, mas ela não parecia querer. Se eu pensava que fui surpreendido quando minha esposa Ana começou a chupar Grandão, nada se comparava ao que ela fez logo. Depois de dar para o cacete de Grandão um banho de língua completa, ela reduziu a velocidade rastejou para cima do corpo de Grandão arrastando os seios pelas pernas dele, pelo pau, pela barriga e pelo tórax dele. Ela deu-lhe um beijo bem demorado e permitiu que sua língua vagasse em sua boca. Eu percebi, assim que ela tinha alinhado sua xaninha com mastro duro e enorme de Grandão.
Eu fui alertado ao fato por Hélio que disse:
– Ela vai ser fodida por ele.
Novamente eu não parei Ana. Eu estava totalmente hipnotizado de tesão pelo ato lascivo que estava acontecendo em minha sala de estar. O mastro de Grandão era tão grosso que parecia não caber na grutinha de minha Ana. Grandão alinhou a cabeça de seu pau na entrada da xaninha dela e pincelava-o na sua rachinha. Ana estava ensopadinha de tesão. Ela parecia lutar para ter aquele monstro dentro de si. Ela rodava os quadris sem êxito. Finalmente, Ana quebrou o beijo e endireitou-se em cima dele. Isto lhe permitiu pôr seu peso em cheio no pau de Grandão. Lentamente, cada vez mais o caralhão desaparecia em Ana. Ela gemeu como eu nunca a ouvi gemer antes. Cada centímetro penetrado a fazia tremer e estremecer. Com olhos fechados ela se abaixou sobre Grandão. A bocetinha dela estava se deformando toda. Na verdade, parecia desaparecer. O cacete de Grandão estava tocando ambas as coxas de Ana. O cuzinho dela quase foi apagado pelo cinturão de Grandão. Na frente o clitóris dela estava totalmente comprimido contra a seta de Grandão. Isto estava causando um orgasmo longo que ela estava experimentando àquele momento. Todos nós assistimos impressionados como Ana levou aproximadamente vinte centímetros em sua grutinha. Ela começou a subir a tora dele agora. A seta brilhante preta e grande se revelou quando ela subiu. Antes de a cabeça pudesse estalar fora, Ana começou a jornada descendente novamente. Agora havia mais lubrificação. Cada viagem abaixo então para cima ocupou menos tempo. Finalmente eles trepavam como loucos. A cada descida no pau de Grandão Ana engolia mais um centímetro de sua pica enorme. Só faltava um cm. para entrar a coisa inteira nela. Grandão pôs as mãos grandes dele na cintura pequena dela. Os dedos dele tocaram seu bumbum e os dedos polegares dele avançavam lentamente para racha da bunda de Ana. Grandão começou a abaixar Ana asperamente no pau dele. Ana se apoiou colocando suas mãos na parte de trás da cadeira. Ele tirou vantagem disto e começou a espancar os mamilos dela com a boca. Ocasionalmente, ele colocava um dos mamilos de Ana entre os dentes dele e puxava. Ana gemia muito, gritava muito. Eu contei pelo menos quatro orgasmos dela nessa posição. Grandão reduziu a velocidade do bombeando e disse:
– Deixe-me te comer como um cachorro come uma cadelinha.
Lentamente, ela se levantou, parecia sentir falta do cacete assim que desceu de Grandão. Ele se levantou e Ana ficou de quatro esperando a invasão. Ele, sem perder tempo, enterrou a ferramenta na boceta de Ana. Os gemidos recomeçaram. A ação era agora mais intensa. Grandão estava no controle e a velocidade com que bombeava Ana era incrível. Ana choramingou com o intenso prazer. Grandão somou à paixão dela inserindo o dedo polegar no cuzinho dela. Ela começou a gemer aos berros. Um orgasmo longo seguiu-se. Eu estava pasmo. Ana nunca me permitiu me aproximar do seu cu. Ela sempre disse que era sórdido e não era para sexo. Eu nunca conseguira persuadi-la. Agora, ela estava tendo intensos orgasmos enquanto meu amigo Grandão enfiou o dedo polegar. Havia certamente muitas coisas novas que aconteceriam. Minha esposa era fodida por um negão com um pau de 24 cm., enorme e estava amando todos os minutos. O strip tease e a chupada que conduziram até a trepada eram coisas novas. Eu nunca tinha recebido aquele tipo de tratamento de minha esposa. Grandão continuava a espancar a bocetinha de Ana enquanto tocava seu cuzinho. Ele tinha conseguido enfiar dois dos dedos no botãozinho dela. A espuma de sucos sexuais da xana de Ana servia como lubrificação para os dedos de Grandão. Então ele perguntou:
– Você está gostando?
Ana respondeu:
– Ahhhh.. Muiiiiiiiitoooo!!
Grandão continuou:
– Você gosta de meus dedos em seu cuzinho, minha putinha?
Ana gemeu:
– Eu adoroooo isto.
Grandão perguntou:
– Quer que eu coma seu cuzinho, gata?
Os olhos azuis de Ana abriram-se muito, ela olhou Grandão com pura luxúria e disse:
– Siiiiiiimmm me come todinha… enfia tudinho… faça o que quiser comigo, meu garanhão.
Eu fiquei chocado. Assisti como Grandão puxou o pau fora da boceta de Ana e lentamente empurrou no seu cu. Ana gritou com dor. Até mesmo com a lubrificação de sua boceta a entrada era lenta.
Mas aos poucos ele recuperou a velocidade que usou na xana dela. Ana estava gritando agora com cada punhalada. Eu notei Hélio e Pedro estavam haviam tirado seus paus, já em estado de bala, para fora das calças e começavam a se masturbar olhando minha esposa ser fodida por Grandão. Eles chegaram mais perto de Ana. Quando Ana notou ela não vacilou, abocanhou os paus deles. Chupava e lambia ora um ora outro. Eles seguravam sua cabeça e puxavam seus cabelos enquanto sua língua não parava de deslizar pelo pau dos dois. Grandão continuava espancando o cuzinho dela. Ana não conseguia mais gritar, eu ouvia só um gemido abafado pelos dois paus que ela tinha na boca. Mas ela estava adorando. A excitação da cena toda era muito para Pedro. Ele começou a resistir de modo selvagem. Até que encheu a boca de Ana com seu gozo e ela engoliu tudinho e ficava lambendo os lábios. Ela nunca me permitiu entrar na boca dela. Ela não deixou Pedro sair de sua boca. Continuou chupando-o para que não amolecesse. Hélio aproveitou a atenção que Ana deu ao pau de Pedro e procurou um espaço embaixo de minha esposa. Alinhou seu pau com a xaninha dela, e Grandão percebendo tudo foi empurrando Ana para baixo, sem parar de comer seu cuzinho. Ela fez uma cara de satisfação que eu jamais havia visto. Ela recebia três paus de uma só vez. Ela gemia e procurava não parar de mexer seus quadris. Ficaram algum tempo nesta posição, e Ana aguentando bravamente, até que Grandão tirou seu pau dela e disse:
– Quero que você me sugue, e beba cada gotinha de meu gozo.
Ela não perdeu tempo e sugou-o com mais determinação do que antes. Hélio, vendo que tinha aberto uma vaga na retaguarda daquela loirinha maravilhosa, tratou de enfiar sua vara no cuzinho de Ana. Não demorou muito e Grandão explodiu na boca de Ana, eu nunca havia visto tanta porra! Sua boca ficou cheia!! Ela engolia tudo e lambia a cabeça do pau, que por sua vez batia no rosto dela. Hélio e Pedro saíram de Ana e gozaram em todo seu corpo. Ela esfregava o esperma por sua barriguinha, peitos, pernas…
– Eu estava excitadíssimo com a cena que havia presenciado em minha casa, com minha esposa e meus amigos. Não dei trégua a Ana, enfiei meu pau em sua boca e transamos depois. Descansamos um pouco e Ana falou: Alguém quer trepar de novo? Eu topo…
Desse jeito passamos o resto da tarde trepando. Eu dividindo minha Ana com meus três amigos. Nós nos revezávamos na xaninha, cuzinho e boquinha dela. A parte que ela mais adorava era quando Grandão comia sua bocetinha. Acabamos o dia com ela chupando-nos quatro, lambia nossos paus e bolas até todos gozarmos nela. Eu senti um pouco de ciúmes, mas o prazer foi maior. Ana me fez prometer que nós faríamos isto todos os domingos. Nossos domingos tornaram-se mais emocionante. Meus amigos foram mais algumas vezes e na última levaram uma amiga deles também.

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