Agora sim sou corno assumido

Após ter pensado muito e ter lido os comentários ao meu conto anterior decidi abrir o jogo e falei com a Su e disse-lhe que sabia tudo.

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Ela tentou negar, para depois dizer que a culpa tinha sido do meu primo e mais e mais desculpas.

Disse-lhe que até tinha gostado, que gostava de saber que ela era desejada por outros homens e que me excitava a ideia de a ver novamente ser comida por outro cara.

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Ela achou, que se eu gostava de a ver desejada por outros é porque a achava sexy, atraente e a amava de verdade. E isso era tudo verdade. Abracamo-nos, beijamo-nos e fizemos juras de amor.

Combinamos sair com o meu primo numa noite de sábado.

Fui com ela. Nos encontramos num barzinho no centro da cidade. O meu primo trazia um amigo. Eles não esperavam que eu também fosse.

O amigo do meu primo não acreditava que éramos casados. Mostramos como as nossas alianças eram iguais.

Bebemos muito e dissemos muita bobagem. A Su se sentou no colo do meu primo e eles se iam beijando, na minha frente. Ele ia dando os maiores amassos nela. Estava escuro, mas eu conseguia ver. O amigo do meu primo ria e dizia para o meu primo que agora acreditava nas histórias que ele tinha contado sobre a Su.

O meu primo foi ao banheiro e a Su se sentou no colo do amigo do meu primo. Beijaram-se também e mesmo na minha frente. A Su disse ao cara que ele era também muito gostoso. Depois disse-lhe que estava toda molhadinha. O cara pediu para ver e a Su levou a mão dele por baixo da saia, afastou o elástico das calcinhas e deixou o cara tocar na sua bucetinha.

Entretanto o meu primo já tinha regressado e começaram a combinar irem para um motel próximo. Eles não queriam que eu fosse, mas a Su disse que eu tinha de ir.

Saímos do bar e caminhamos por uma rua escura. Eu e o amigo do meu primo atrás. Ele dizia-me que eu tinha uma mulher incrível. À frente a Su e o meu primo, de mãos dadas, como se fossem namorados. Aproveitando todas as esquinas para se beijarem.

Até que chegámos a um motel barato. Vi umas putas a sair com os seus clientes. Enquanto fazia o check in e pagava o motel, os caras beijavam e apalpavam a Su e diziam para eu me despachar.

Mal entramos no quarto, eles começaram logo a despir-se. Eu ajudei a Su a tirar o soutien. O meu primo ordenou que eu me sentasse numa cadeira com as mãos atrás das costas e disse à Su para ficar assim, nua, de sandálias de salto alto e cinto de ligas. Estava super sexy. Estava orgulhoso dela.

Os caras rodearam-na, como cães famintos. Um por trás roçando o pau duro na bunda dela, e lhe amassando os seios e lhe lambendo o pescoço. O outro pela frente esfregando a rola no ventre dela e segurando-a pelas ancas. Ela não aguentou, qual a mulher que aguentaria uma situação daquelas?

Baixou-se então e abocanhou aquelas rolas, ora mamava uma, ora mamava outra. Aquelas rolas disputavam a boca da Su. Ao fim de alguns minutos a Su se deitou na cama e o amigo do meu primo foi o primeiro na posição papai mamãe colocando as pernas dela sobre os seus ombros. Meteu nela bem fundo, até ao utero. Ela fez um esgar de dor. Ele não se importou e foi aumentando a cadência. Só se ouvia o ranger da cama e as bolas do cara a bater na Su, enquanto ela com a respiração cada vez mais ofegante, permanecia com os olhos bem abertos, olhando para mim. Os nossos olhares ficaram bem fixos. Quando ela começou a gemer, fechou os olhos. Percebi que se estava a vir. Eu não me aguentei e me vim também a olhar para a Su a ser estuprada por aquele desconhecido.

A seguir a Su levou algum tempo a recuperar, até que se sentou no pau do meu primo, enfiando a rola dele no seu cuzinho. Ficou de frente para mim, toda escancarada, com a buceta aberta, exposta, escorrendo porra pelos lábios vaginais. Começou então cavalgando com o cuzinho na rola do meu primo Edu. Não me aguentei, me levantei e comecei a lamber a cona da Su, enquanto ela levava com a rola no cuzinho. Ao fim de algum tempo, o amigo do meu primo me empurrou e gritou para mim que era a vez dele. Então se colocou em frente da Su, posicionou a sua rola na entrada da buceta da Su, pincelou-a, até que a enterrou, toda, mesmo toda, até ao talo, levando a Su a gemer bem alto. Eles metiam agora na buceta e no cuzinho da Su e ao mesmo tempo. Ela fazia uma cara de putinha que me dava um tesão enorme. Ela foi fodida assim, ao longo de vários minutos, até eles tirarem as rolas dentro dela e começarem a bater punheta para a cara dela. Ela abriu a boca e colocou a língua de fora, para provar o sémen daqueles caras. Eles esporraram a cara e os seios dela e alguns jatos entraram na boca dela que engoliu tudinho.

Agora sim, já me considero um corno a sério, um corno manso assumido.

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