Exibição Sem Limites

Minhas fantasias estão me escravizando, e eu continuo tentando realizá-las e, para tanto, procuro contar com minha esposa, cuja participação me conforta, pois não sei se pode ser considerado normal essa profusão de idéias que me assolam. Bom…lá vou eu: passei numa loja de departamentos e comprei várias mini saias para minha mulher, a maioria curtíssimas, e presenteei-a fazendo com que ela as experimentasse todas para mim. Ficaram lindas nela, embora ousadas. Mas num sábado de tarde pedi para Elene vestir a mais curta delas, uma branca, reta, e colocasse uma blusa bem decotada. Assim ela fez, pegamos o carro e saímos a trafegar pela estrada que sai do condomínio onde moramos, no sentido interior.

Elene, sentada ao meu lado, com aquelas coxas expostas, certamente adivinhando meus desejos, não usava calcinha e assim deixava exposta a pelugem de sua xana. Seu decote malemá cobria as auréolas dos seus seios, vazando praticamente até seu umbigo. De sacanagem, parei num posto de gasolina, desci, pedi para o frentista encher o tanque e lavar os vidros, enquanto eu ia até a loja de conveniências, deixando minha esposa sozinha no carro. O frentista, um rapaz de uns 25 anos, desde que eu abri a porta, não tirava os olhos das pernas de Elene, que se contorcia para puxar a saia o mais que pudesse para baixo e dar uma ajeitada no decote. Fiz uma horinha na loja e, de longe, fiquei só observando: notei que o meu carro nunca havia sido tão “bem tratado” num posto, pois se revezaram três ou quatro

funcionários na lavagem dos vidros do carro, em especial o da frente, enquanto Elene permanecia trancada lá dentro. Voltei quando eles acabaram, mais de dez minutos passados. Entrei no carro e ainda paguei com cartão para demorar mais um pouco, dando oportunidade para que o frentista continuasse a ver as coxas da minha mulher por mais alguns minutos. Nunca foi tão rápida a operação do cartão !!! Para deixar mais tenso o clima, após eu entrar, ainda falei para Elene que eu tinha esquecido de comprar os cigarros. Liguei o carro e parei bem defronte à loja de conveniência e pedi para ela descer para comprar. Ela me olhou com cara de desafio, abriu a porta e saiu, escandalosa daquele jeito e rebolando para dentro da loja. Quando ela saiu tinha uns quatro ou cinco funcionários do posto encostados à porta

do lado de fora. Ela entrou de volta no carro e ao sentar-se fez questão de abrir as pernas para onde estavam os frentistas que, certamente, viram sua xoxotinha nua. Sai rapidinho com o carro e olhei pelo retrovisor a roda de homens que se formou no posto, certamente comentando sobre os trajes de Elene. Eu estava em estado de ereção permanente e assim que minha esposa entrou eu abri o zíper de minha calça e mostrei meu cacete para ela que, sem pestanejar, deitou-se ao meu colo e passou a fazer uma “gulosa”. Mas eu não queria gozar, queria prolongar aquele estado de excitação o maior tempo possível e continuei a andar pela estrada, até pegarmos uma transversal, uma estradinha vicinal estreita e totalmente rural. Andamos uns

10 quilômetros até que notei uma barraca de venda de frutas à beira da estrada que ficava na frente de uma casa velha que era a entrada de um pequeno sítio ou chácara. Desci e comecei a conversar com o “matuto” de uns 30 anos chamado Darci, que tomava conta da barraca e me falou que era caseiro do sítio e que o dono permitia que ele vendesse o que produzia. Falou que os donos não estavam, e eu perguntei se poderia ver o pomar, ao que ele permitiu. Pedi para Elene descer e o caipira quase teve um ataque ao vê-la sensual daquele jeito. Fomos andando no meio do pomar e o caipira atrás. Para judiar do Darci, fingi que escorreguei e me segurei em Elene, fazendo com que ela arqueasse seu corpo para me apoiar e assim

mostrar o bundão para o caipira que seguia imediatamente atrás dela na trilha por onde andávamos. Ao me levantar olhei para a cara de transtornado de Darci notei que sua barraca estava armada e que ele, encabulado curvava o tórax para frente, tentando disfarçar. Chegamos numa goiabeira antiga e grande, com galhos fortes e abertos desde baixo, e perguntei ao matuto se poderíamos subir, pois aquilo a árvore me fazia lembrar da infância na fazenda de um tio, e ele disse que sim. Subi e quando estava já a uns dois metros de altura, perguntei a Elene se ela queria subir. Ela me olhou com cara de safada, tirou a sandália baixa que usava e, pé desnudo,

galgou o primeiro galho. O caipira não perdeu tempo e logo ficou bem em baixo. Estendi a mão e Elene segurou-a e subiu mais alguns galhos. Darci, certamente, via toda a xana de Elene e não parava de olhar para cima. Fiz que estava tentando pegar umas goiabas, Elene também, e ficamos assim por uns dez minutos. Desci primeiro e, no chão, olhei para a “paisagem” que Elene estava proporcionando àquele bicho do mato. Quando ela desceu eu segurei-a pela cintura, fazendo com que sua saia subisse ainda mais, expondo toda bunda dela ao caipira que, de pau em riste, não sabia o que fazer. Voltamos para o carro, comprei umas “laranjinhas” e fomos

embora. Ao colocar as mãos da xota de Elene percebi que ela estava encharcada e eu falei-lhe que a tarde estava apenas começando. Ela começou a dizer que não estava aguentando mais, que queria trepar já e começou a se esfregar em mim enquanto eu dirigia pela estradinha, até que passamos num sítio onde haviam vários “currais” com vacas, bois e touros trancados. Estacionei no acostamento e Elene também desceu. Logo chegaram três peões, aos quais eu disse que estávamos curiosos e perguntei se poderíamos visitar as cocheiras. Elene daquele jeito, só poderia fazer com que a resposta fosse positiva e assim rompemos a porteira e fomos até onde estavam as reses. Não sei se de propósito ou não, o touro passou por uma porteira e subiu em uma vaca passando a cobri-la. Ficamos todos paados olhando aquela demonstração de fúria animal, com a enorme e grossa piça do touro irrompendo

para dentro da vaca até sair mole e escorrendo porra. Elene ficou virtualmente perturbada e pediu-me para irmos embora, e assim fomos e quando nos despedimos dos peões eles fizeram questão de abrir a porta do carro para Elene que entrou e lhes expôs suas entranhas. Voltei a pegar a estrada e Elene começou a pegar no meu pau, por sobre a roupa mesmo, abriu o zíper e novamente passou a me chupetar. Eu não queria de jeito nenhum gozar pois há muito tempo não conseguia ficar tanto tempo em estado de tensão e excitação. Era muita emoção para uma tarde….mas continuei na nossa peregrinação pela estradinha campestre, afastando Elene do meu pau. Puta da vida ela abaixou o seu banco, parecendo que iria tirar um cochilo, mas eu alertei-a sobre o perigo que ela correria se dormisse. Ela quis saber o porquê, e eu lhe expliquei que eu poderia ter mais alguma idéia maluca. Ela riu muito e me desafiou dizendo que eu não tinha muito mais a fazer de diferente. Estrada à frente coloquei meu dedo médio em sua rachinha e suavemente comecei a friccionar seu

clitóris que, notei, estava durinho. Sua boceta estava encharcada e quando esfreguei meu dedo para baixo ele deslizou suave para o canal vaginal. Continuei, agora com mais dedos, bolinando Elene que respirava cada vez mais ofegante, mas não abria os olhos. Abri o zíper de minha calça, tirei o cacete para fora, coloquei a mão em seu ombro e fi-la deitar-se em meu colo. Coloquei minha mão por trás e passei a alisar seu cuzinho e aprofundar os dedos em sua xaninha, intensificando a sacanagem. O rosto dela encostava no meu pau e só sei que num determinado momento notei que ela o lambia, fazia o vai-e-vem e eu tinha a louca impressão que estava comendo sua bucetinha. Eu continuava a enfiar meus dedos no seu cuzinho, na xaninha, enfim. Estava até com medo de bater o carro. Segurei o quanto pude, até que estávamos de volta ao Condomínio onde moramos, mas não falei nada para ela sobre a

aproximação da portaria, sendo que Elene então foi obrigada a permanecer deitada no meu colo com o meu pau na boca, sem olhar para o Porteiro que me vendo abriu de imediato o portão, mas deve ter percebido – pelo meu vidro que eu abri – que Elene estava deitada no meu colo e com a saia levantada. Passada a portaria Elene começou a me xingar, dizendo que o Porteiro poderia difamá-la , mas eu tranquilizei-a mentindo que o vidro fumê do carro não permitiria ao porteiro vê-la. Chegando em casa, aberto o portão automátivo, pedi para Elene descer pois eu queria vê-la desfilar pela pista interna de nossa casa com os trajes ousados. Para me atender ela desceu e começou a andar rebolando na frente do meu carro, até que chegou defronte ao portal da entrada da casa e parou. Pedi que ela tirasse os seios para fora e eu peguei minha máquina filmadora/fotográfica que estava no banco de

trás do carro e começei a fotografá-la. Mandei que ela se agachasse de frente para mim e ela o fez abrindo automaticamente suas pernas e expondo sua bucetinha de poucos pelos e virtualmente molhada. Pedi que ela se ajoelhasse e ficasse de costas para mim, encostasse suas mãos uma sobre a obra no chão e colocasse seu rosto sobre elas, e assim ela deixou exposta e arreganhada sua boceta que eu fotografei inúmeras vezes. Foi aí que aconteceu um fato totalmente inesperado. O nosso cachorro, um fila que chamamos de Casoy, se aproximou rapidamente e começou a cheirar a xana de Elene. Ela reagiu na hora, mas eu dei-lhe um grito: “espera….deixa….vamos ver o que ele vai fazer….”. Elene não meu ouviu. Se levantou rápido mas Casoy teimava em enfiar o focinho no meio da suas pernas, mais precisamente na xoxota encharcada. Elene começou a correr fugindo do cachorro e ele disparou atrás dela pelo gramado, e eu atrás fotografando… até que

Casoy conseguiu alcançá-la na corrida e empurrá-la com as patas dianteiras fazendo com que Elene fosse ao chão, de frente arreganhando aquele bundão. Casoy parecia alucinado e começou a lamber Elene por trás e cada vez que ela tentava levantar-se ele subia nas costas dela como que tentando come-la. Pude perceber que o pau de Casoy estava enorme…e ele começou a tentar enfiar o cacete nela por trás. Elene começou a gritar e eu a socorri, tirando-a debaixo do nosso cão. Coloquei Elene atrás de mim, virei-me de frente para Casoy que tentava a todo custo voltear-me para alcançar Elene. Fomos assim até a varanda de casa onde, fechada, coloquei Elene no chão e começamos a trepar com sua saia levantada à cintura. Casoy estava ao lado lado, separados apenas pelo gradil da varanda, e parecia alucinado. Latia, tentava subir pelo corre-mão das grades para invadir a varanda, mas não conseguia. De propósito fiquei atiçando o cachorro. Deitei-me ao chão e pedi para que Elene me cavalgasse, deixando sua bunda exposta para o lado onde estava Casoy que

parecia iria derrubar o gradil. Não satisfeito, coloquei Elene de quatro e passei a comer sua boceta por trás, fazendo com que o cão ficasse mais louco ainda pela similitude do coito canino. Coloquei meu pau da entrada do cuzinho de Elene. . Meu Deus! Ela deu um pulo e um pequeno grito, logo emendado frases desconexas. Segurei-a com força pela anca e cravei novamente o cacete naquele cuzinho. Seus olhos lacrimejaram mas ela, como eu, não queria perder aquele momento de magia e tesão. Bombeei sua bunda e logo ela passou a rebolar e jogá-la em direção ao meu pau, com força. Determinado momento o pau escapou e eu novamente cravei-o na buceta, ainda por trás. Foi só entrar, sentir aquele calor louco e ela rebolar mais um pouco, para eu começar a gozar, e Elene – ao mesmo tempo – gozar alucinadamente gritando repetidas vezes, que estava gozando. Enchi aquela bucetinha linda de

porra, fazendo-a virar um sabão. Aquela cena ficou indelevelmente marcada. Recompusemo-nos. Elene me confidenciou depois que ela tinha sentido uma sensação mista de prazer e nojo, quando Casoy passou a lambe-la e tentar come-la. Ficamos maturar a idéia de uma possível participação do nosso cão numa futura transa nossa, lógico que dentro de uma situação higiênica e saudável, e com algumas orientações que estou obtendo junto a médicos veterinários e literatura específica. Vamos ver!

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