Bucetinha com duas gozadas

Eu vinha já há uns 2 anos falando com a Diana, minha esposa, de incluir uma terceira pessoa na cama, no caso um homem, porque mulher ela não queria nem ouvir falar. Na hora H ela adorava a ideia, falava um monte de sacanagem, falava que eu ia ficar só assistindo e na punheta, e tal, mas depois, se eu fosse puxar o assunto, ela sempre desconversava. Do nada, um dia, ela chega da rua e enquanto conversávamos ela chega perto de mim, me dá um beijo e diz: “Agora toda vez que

vejo um cara bonitão fico lembrando das sacanagens que você fala, que quer me ver dando pra outro”. Na hora meu pau ficou duro, puxei ela pra que sentisse o efeito das suas palavras e quis saber dela se tinha visto algum bonitão onde ela tinha ido. Ela disse que sim, que um rapaz chamado Rui havia puxado papo com ela enquanto ela esperava ser atendida no banco, que era muito bonito e atirado e que ela começou a lembrar das nossas sacanagens e a ficar molhadinha. Disse que chegou a

suar e ficar vermelha de tesão, mas que chegou a vez dela ser atendida e que se despediram. Perguntei já em tom de reclamação se ela não havia pegado o telefone dele e ela disse que não – pra variar só me deixava de pau duro e logo em seguida a ver navios. Aproveitamos o tesão e fomos pra cama, onde pude comprovar que aquela bucetinha havia estado bem molhada recentemente, e a chupei até que gozasse na minha boca. Aproveitei o momento e perguntei se a Diana não topava ir passar um fim de semana numa praia próxima, numa pousada, pra inaugurar uns

biquinis que eu havia comprado pra ela. Ela riu e perguntou se eu ia mesmo querer que ela usasse em público uns biquinis minúsculos que eu havia comprado na internet, e que deixava metade da sua buceta de fora. Eu disse que se não quisesse não tinha comprado, que adorava quando ela vestia só pra mim mas que ela imaginasse o Rui chegando pra puxar papo com ela numa piscina enquanto ela estivesse com um daqueles biquinis. Ela riu, me deu um beijo e falou “é muita vontade de ser corno mesmo” no que respondi que “Sim, de ser o seu corninho

manso. E você devia aproveitar, porque não é toda mulher que tem a sorte de ter um marido que topa essa fantasias!”. Ela concordou, me deu beijo, disse que me amava e que eu podia reservar a pousada e escolher os biquínis que ela iria usar.
Passei a semana fantasiando o que viria pela frente, batendo punheta todo dia, além das vezes que fizemos sexo e onde eu tentava ir criando ideias pro fim de semana.
Chegado o dia, a Diana vestiu um biquini vermelho, minúsculo e transparente, e desfilou para mim. O biquini tinha uma parte pequena que “cobria”, mas mostrava

pela transparência, seus pentelhinhos, e logo se transformava num fio, que partia sua buceta em duas e seguia assim até atrás. A Diana tem um corpo de violão e uns peitões siliconados, que aliás ficavam totalmente expostos pela transparência do biquini. Eu disse que ela estava linda e que tinha certeza que caso ela encontrasse o Rui na praia ele ia dizer o mesmo. Ela riu com cara de puta safada e vestiu a saída de banho, que era tipo um vestidinho também com alguma transparência, bem solto e curto. Pegamos o carro e partimos pra praia, e eu sempre puxando o papo pro lado

da sacanagem, lembrando ela do Rui e criando o clima. Ela estava sentada de pernas cruzadas no banco de passageiro, e como a saída de banho era curta, sua bucetinha ficava exposta coberta apenas pelo fio minúsculo do biquini. Não aguentei, meti a mão e ia dirigindo com uma mão e tocando ela com a outra. Ela deitou um pouco o banco e fomos assim alguns quilómetros até ela gozar na minha mão. Já íamos bem próximos ao destino, mas tive que parar no acostamento. Pulei em cima dela e meti com vontade por uns 2 minutos até deixá-la cheia de porra, enquanto os carros passavam e alguns até buzinavam.

Voltei pro volante e dirigi mais uns 5 minutos até que chegamos na pousada. Descemos do carro, pegamos as malas e a Diana me diz “Meu Deus, minha buceta está escorrendo, você me deixou toda cheia!”. Eu falei “Vai andando na frente que eu vou atrás pra ver se dá pra notar algo”, e assim fomos. Ela puxando uma mala na frente e eu logo atrás, olhando aquela saída de banho curtinha e tentando ver se algo pingava dali. Chegamos no guichê, entreguei o cartão de crédito e pedi pra ela finalizar a reserva que eu queria ficar sentado num sofá que tinha logo atrás, pra

ficar admirando a cena. Ela me deu um beijo, me chamou de safado, e sentei uns 4 metros logo atrás dela. Enquanto ela era atendida, já notei o recepcionista olhando pros peitões da Diana, que ficavam parte à mostra pelo decote da saída de banho, e que por vezes mostrava os mamilos duros e escondidos por um tecido vermelho fino e transparente. Eu olhava fixamente nas suas pernas e bunda e pude notar um fio de porra descendo pela parte interior da sua coxa. Nessa hora ela olhou pra trás, mandou um beijo pra mim e falou só com os lábios “está escorrendo”. Que tesão! Eu já estava doido pra chegar no quarto e meter nela de novo!

E assim foi, chegamos no quarto, jogamos tudo pro lado, pulamos na cama e comecei a comê-la novamente! Enquanto eu socava naquela buceta cheia de porra, chamava ela de safada, de puta, de chifradeira, e ela me chamava de corno, corninho, corno manso da Diana, e perguntava se eu estava gostando de meter na buceta cheia de porra do Rui! Falei que estava adorando e que ela ia ter que achar um Rui naquela noite pra trazer pro nosso apartamento! Virei ela de costas e comecei a comer seu cuzinho, usando a porra que escorria como lubrificante. Enquanto ela estava de costas e eu socava cada cm do meu pau com força no seu

rabo, ela gritava. Ela grita muito quando a como assim, mas naquele dia gritava ainda mais e me chamava de corno a toda altura! Aquilo me dava um tesão louco, imaginar que os quartos ao lado estavam ouvindo minha esposa me chamando de corno. Dessa vez gozei tudo dentro do seu cuzinho, virei de lado e começamos a rir. Ela ria dizendo que mal havíamos chegado na pousada todo mundo já devia saber

que eu era corno, do tanto que ela gritou alto. Ficamos ali curtindo uns minutos até que ela diz: “Realizei uma uma fantasia antiga que tinha. De dar a buceta já com porra dentro”. Eu disse “Você é muito safada mesmo. Agora só falta ser a porra de dois diferentes né?”. Ela fez aquela carinha de puta que me desmancha, me deu um beijo, e fomos ao banho.

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