Sobrinha Irresistível

Entrei em uma empresa em outra cidade e teria que ficar em um hotel durante a semana. Como tinha uma irmã da minha esposa que morava nessa mesma cidade, minha esposa foi comigo lá num final de semana e ela acabou me convidando para ficar lá durante a semana, por quanto tempo precisasse:

– Cunhado não gaste dinheiro com hotel à toa, a casa aqui não é uma mansão mas pode ficar com a gente.

Ela era separada e tinha uma moça que tinha acabado de completar 19. Tinha também um casal mais velho que já moravam fora. Lívia a sobrinha de 19 era branca, corpo tesudo, bunda perfeita e adorava quando saía e a levava junto. Minha cunhada me colocou no quarto junto com a Lívia pois tinha 2 camas de solteiro e o quarto era uma suíte. Nas primeiras semanas ocorreu tudo tranquilo, mas conforme o tempo passa e vamos tendo mais liberdade é um perigo. Comecei a chegar e ver calcinhas minúsculas e sutiãs pendurados pelo nosso banheiro. No começo ela tomava cuidado em não deixar exposto, depois relaxou. Cheguei a cheirar algumas calcinhas dela e era uma delicia de cheiro de bucetinha nova.

Um dia estava na cama já pronto para dormir, ela chegou aparentemente meio bêbada, entrou direto para o chuveiro. Quando saiu, fechei os olhos. Percebi que ascendeu a luz e discretamente abri os olhos para ver o que fazia. Estava nua, terminando de se enxugar e vestindo o pijama para deitar. Ela me viu de olhos abertos e deu um pulo, mas falou baixinho:

– Desculpa Tio, achei que tinha dormido.

E não consegui pensar em uma resposta e mandei na lata:

– Seu namorado passa bem…

Ela deu uma risadinha e deitou. Dormimos e no dia seguinte nenhum pio sobre o assunto, nem fui interpelado pela minha cunhada.

A noite fui tomar um banho antes de dormir e ela já tinha ido, deixou a calcinha de novo em cima da pia, desta vez. Fiquei doido de tesão, imaginando aquela ninfeta. Quando nos deitamos perguntei baixinho:

– Hoje tem showzinho para mim de novo?

Ela deu uma risadinha e disse:

– Se tiver, o que eu ganho do meu Titio?

– Pode pedir Lí, pode pedir!

– Amanhã a gente vai na loja, estou de olho em um tênis que meu pai não quer dar.

– Deixa comigo – falei.

Ela então se levantou, foi até a porta e fechou o trinco bem suavemente para não fazer barulho, foi até o banheiro da suíte abriu levemente a porta e ascendeu a luz para que eu pudesse enxergar e começou a tirar o pijama. Ficou só de calcinha e sutiã. Sentei na cama e falei baixinho para tirar tudo, afinal ontem eu tinha visto tudo. Ela tirou e bati com a mão na borda da cama. Ela sentou ao meu lado e começamos a nos beijar. Eu estava apenas de short e a rola estava duríssima. Coloquei para fora e dei na mão dela. Ela punhetou e começou a chupar com muita experiência. Vi que não teria uma sobrinha freira.

Ia deitar ela na cama, ela me segurou e deu sinal para ajudá-la a pegar o colchão e colocar no chão entre as duas camas. A safadinha era esperta, ela sabia que as duas camas eram barulhentas e que acabaríamos descobertos.

Se deitou de pernas abertas, me oferecendo a bucetinha para que eu chupasse. Fiz com gosto, com desejo, lembrando das calcinhas todas que já tinha visto dela. Ela me falou bem baixinho:

– Vemmmm Tiiiio, me come que não aguento mais.

Fui por cima e mandei a rola. Depois de alguns minutos ela gozou e em seguida gozou de novo. Coloquei ela de 4 e voltei a bombar em sua bucetinha. Falei em seu ouvidinho:

– Dá esse cuzinho pra mim?

Ela apenas balançou a cabeça afirmativamente. Pensei, essa filha da puta tem mais horas de cama do que eu imaginei. E eu tinha razão, a piroca entrou sem muita resistência e precisei me segurar para não gritar de tesão enquanto enxia seu cu de porra. Ela apenas respirava mais forte, conseguia segurar o gemido.

Voltamos o colchão para o lugar e antes de dormir ela ainda me disse:

– Achei que não ia conseguir sentar no seu pinto, desde o dia que te vi dormindo e o ele estava meio para fora da bermuda fiquei com muita vontade de você!

Ou seja as calcinhas, ela se trocando só de toalha, eram parte do plano DELA de me dar, e não parte do plano que eu achei que tinha para comê-la.

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