Dois trabalhadores de obras comeram meu cuzinho

Estava andando na 6a. Avenida com minha amiga Orlanda. Orlanda era uma das minhas amigas de pegação em New York. Uma bicha muito bonita sem dar pinta o que eu chamo de”homaª, isto é, todos os viados que não dão pinta exterior mas são verdadeiras bichas quando estão dando o cu. Quando passamos em frente uma construção eu notei uma faceta da Orlanda que eu não conhecia. Haviam dois homens sentados no chão bebendo café nos 10 minutos de descanso que todos eles têm. Orlanda começou a gesticular, revirando so olhos mais do que a Carmen Miranda. Os dois homens olharam um para o outro e começaram a rir.
Mais adiante Orlanda virou-se e disse


-Bicha, espere um pouco que eu vou falar com aqueles dois machos.
Fiquei apreendido e apressei meus passos para a esquina. Pensei que ela iria levar uma porrada. Após conversar ligeiramente com os machos ela veio e disse:
-Bicha, vamos logo para casa porque aqueles homens vão nos visitar depois que sairem do trabalho dentro de 1 hora.
Fiquei duvidoso que os homens não apareceriam, mas como Orlanda morava perto dos cinemas Matropolitan e Variety, onde a viadagem era grossa, concordei ir para sua casa porque se eles não aparecessem, haveria sempre pica em um ou outro cinema. Rumamos para a casa afim de fazermos nossa lavagem anal Tanto a Orlanda como eu somos bichas limpas e não gostamos de sujar a rola dos homens.
Preparamos uns drinks e ficamos a espera deles. Calculamos que deveriam chegar depois das 16 horas quando saem do trabalho. Enquanto isso poderamos varias questões.
-Bicha, deu para você notar o tamanho das rolas?- Perguntei eu.
– Através das calças o volume me pareceu legal. Respondeu Orlanda
-Humm eles devem estar suados, com cecê, depois de um dia de trabalho – comentei eu
– Mas é lógico bicha! Mas não ha coisa melhor do que cheiro de macho? Respondeu Orlanda.
Ja eram 16:45 e os homens não apareciam. Falei para Orlanda que deveriamos ir para o Metropolitan porque lá, de vez em quando apareciam trabalhadores de obras, guardas de segurança e outros machos enjeitados que estavam afim de comer um cu ou ser mamados. Estava lubrificando meu cu para ir para o cinema ja preparado para receber pica, quando a campainha tocou. Eram os dois homens. Não eram bonitos, cara de macho, desses que tratam uma bicha com desdém. Oferecemos um drink e sentamos no sofa. Realmente aquele cheiro arrazador de macho perfumou o ar. Abri o zipper de um e coloquei minha mão dentro. Senti que eram bem pentelhudo. A Orlanda fez a mesma coisa e ambas caimos de boca na jeba dos machos. Aquele gostinho de pica era inebriante. Ficamos mamando por uns 10 minutos e a Orlanda sugeriu que trocassemos de machos
– Biicha tome meu homem e me dá o seu- falou
Trocamos de homem. O dela tinha a cabeça da rola maior do que a do meu. Continuamos a mama-los. Mandamos eles se despirem. Nós ja estavamos de jock strap so com a cuceta a vista. Eles de pau duros. Ficamos de quatro na beira da cama com as pernas bem abertas para relaxar os musculos do cu. Como ja estavamos lubrificados os caralhos de ambos deslizaram na noss cuceta faminta. Eles fudiam maravilhosamente bem. Eu gemia, rebolava e gritava:
– Me fode meu macho, meta com força. quero sentir a dor de sua rola me penetrando.
-Ai que pica voce tem, exclamava Orlanda para o homem dela.
Após um enrabamento de uns 20 minutos, Orlanda sugeriu trocarmos de macho. Ja estavamos com a rola deles dentro da nossa cuceta uns 45 minutos e quando sentiamos suas rolas latejarem, paravamos a foda para retardar o gozo. Depois voltavamos a rebolar novamente e apertar suas picas com os musculos dos nosso cus. Que homens! Que machos!
Após mais ou menos 1 hora os dois esporraram. Sentimos nossos cus molhadinhos com a porra daqueles dois homens maravilhosos. Melhor ainda foi quando um deles pediu para usar o telefone para falar com sua mulher. Era casado. O prazer de estar com a porra daquele homem dentro das minhas entranhas aumentou ainda mais. Tanto eu como a Orlanda falamos que queriamos ser bicha deles. Mas não aconteceu imediatamente. Meses depois passamos pela frente da mesma construção. Um deles estava na entrada, olhou firme para mim e chamou o outro. Orlanda bem atrevida fez gestos com a lingua querendo dizer que queria mama-los. E pela segunda vez eles nos enrabaram. Continuaram a nos enrabar de vez em quando durante 1 ano. Mas quando om edficio ficou semi pronto eles mudaram para outra construção

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