Experiência no Cine Pornô

Estava andando pelo centro da cidade quando passei em frente a um dos muitos cinemas pornôs e já tinha ouvido falar que era possível outros homens dispostos a uma brincadeira.

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Parei por um momento analisando a situação, fiquei estático na porta, caminhei alguns metros adiante, para retornar em seguida e ficar novamente parado diante os cartazes, ainda indeciso, temeroso de entrar ali encontrar alguém conhecido ou ser flagrado entrando ali o que acabaria dando no mesmo, com a desvantagem, nesta

hipótese era de que nem teria como contar com eventual silêncio de cumplicidade pois não estaria na mesma posição de quem eventualmente teria me surpreendido perambulando por ali até que cansei daquela situação e tomei enfim a decisão de fazer algo que estava querendo há muito tempo. Afinal de contas a gente deve ficar arrependido exatamente do que não faz e com essa certeza paguei o ingresso e entrei na sala. A escadaria que dava acesso à sala de projeção dos filmes estava vazia, e minha impressão era de que talvez não houvesse ninguém por ali e dessa maneira teria perdido o meu tempo, exceção feita era óbvio se então aproveitasse

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para aliviar e bater uma enquanto assistia ao filme projetado na tela. O lugar era muito escuro e fiquei até temeroso de tropeçar e então usei a luz do celular para conseguir caminhar com mais firmeza e então para minha surpresa notei que estava enganado, sim havia alguns caras por ali e com a iluminação do projetor da tela consegui sentar em uma cadeira puída e tentar ficar mais ambientado com aquele ambiente. O som do filme era horrível e as situações bem previsíveis com aqueles gemidos falsos das garotas que levavam rola dos atores pornôs e vendo um garoto de pouco mais de dezoito anos em uma cadeira próxima da minha manipulando a calça fazendo exatamente aquilo que se esperaria numa situação como aquela, decidi imitá-lo para aliviar minha tensão e enquanto começava a bater uma punheta

gostosa, senti uma sombra próxima de mim e um sujeito ficou parado com os olhos fixos no meu pinto quase que babando e entendendo sua intenção perfeitamente permiti que ele tomasse o meu lugar e continuasse a manipular meu cacete e também colocá-lo na boca e ele soube fazer com maestria empurrando a pele da glande e absorvendo o líquido que se formava, mesmo sendo passivo com outros caras, gostei daquela sensação de mão, língua, boca em meu membro e quase esporrei na boca do safado, que, então repentinamente ergueu-se e agradeceu pelo presente, que, na realidade eu que recebi. Aquilo aguçou ainda mais o meu desejo de

tentar a sorte e entender então um pouco mais da dinâmica do ambiente no qual eu entrara e desta maneira levantei cuidadosamente, procurando acostumar-se a movimentar somente com aquela iluminação péssima do projetor e procurar ao redor aquilo que eu tanto queria que era também experimentar uma pica bem gostosa e veiúda. Fui rejeitado na primeira tentativa com o garoto, quando muito timidamente ofereci para ajuda-lo na punha, mas ele não era o único homem daquele lugar e assim fui tateando no escuro, percebendo que se formava em algumas poltronas um grupo de caras que se bolinavam, chupavam uns aos outros, sob os olhares de outros que também estavam excitados com o espetáculo. O cheiro

de putaria, de lassidão tomava conta de tudo e era como um afrodisíaco que somente servia para aguçar os meus instintos mais primitivos, e guiado sei lá por que força fui então ao banheiro no qual encontrei uma galera masturbando-se no mictório enquanto no reservado nitidamente havia alguns sujeitos trepando para a felicidade de outros que com certeza deveriam estar com inveja de quem estava comendo ou sendo comido naquele momento. Fora que o cheiro de urina, de putaria era mais latente e eu quase gozei na cueca somente com aqueles aromas maravilhosos e foi então que eu o vi próximo da porta, com uma camisa de um time

de futebol, olhos castanhos, sorriso excitado no rosto, bem másculo, não chegava a ser bonito, mas era homem e isso que importava, vestindo calças jeans e nitidamente de pica dura e com alguma coragem aproximei daquela bela espécime de macho e sem pedi licença coloquei uma das mãos sobre o volume que sua caceta fazia e ele foi receptivo aquela minha ousadia, tanto que me levou de volta à sala de projeção e sentou-se imediatamente abrindo a braguilha e liberando da cueca aquilo no qual eu tinha interesse e então aproveitei o quanto pude aquele momento,

primeiro cheirando, depois com a ponta da língua sorvendo o líquido transparente, em seguida abocanhei a tora, sem esquecer dos bagos aproveitando para colocar um por vez na boca e brincar com a pele do saco com o máximo de cuidado possível. Ele travou minha cabeça em certo momento e eu protestei mesmo sufocado, afinal de contas naquela loucura toda havia um pouco de bom senso em mim, doenças sexualmente transmissíveis nunca forma fake news, mas ele mandão assegurou que era limpo e acabou fazendo eu sorver toda a porra que estava armazenada naquele caralho gostoso para em seguida dizer que estava precisando mesmo daquilo. Fiquei meio zonzo, sujo de esperma, mas confesso que satisfeito devido aquela minha primeira experiência num cinema que se tornaram, posteriormente, algo rotineiro.

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