Minha primeira vez aos 18 anos

Meu nome é Marco, minha primeira vez aconteceu aos 18 anos de um modo não planejado por mim e na época nem pensava em ter relações com homens e também não imaginava que alguém que trabalhasse comigo iria tentar algo.

Na época trabalhava em um local onde o pessoal era bem unido e sempre saíamos juntos aos fins de semana para nos divertirmos, tomar cerveja e ouvir música. Na época eu havia tirado minha habilitação há pouco tempo e consegui compra um carro, e para comemorar havíamos marcado de sair para curtirmos um pouco. Nesse sábado trabalhamos até as 13 horas e quando saímos da empresa, passamos na casa do Antonio um de colega trabalho que morava perto da empresa.

Antônio na época era bem mais velho que eu ele tinha 34 anos, magro, cabelos e olhos castanhos e 1m80 de altura.

Chegando por volta das 3 da tarde o pessoal começou a ir embora e não demorou muito eu decidi ir também poucos minutos depois dizendo que voltaria lá pelas 8 da noite para o esquenta antes da balada. Seguimos pelo quintal da casa dele e chegando perto da garagem o Antônio entrou na garagem falando que queria me mostrar um negócio eu entrei e ele também entrou fechando a porta em seguida e me indicando para ir ao lado do carro dele.

Fui para o canto indicado por ele achando que iria me mostrar algo do carro foi quando ele pediu para que eu virasse e puxou minha não e passou no pau dele. A garagem era escura e não dava para ver muita coisa, mas levei um puta susto e puxei minha mão na mesma hora e perguntei porque ele estava fazendo aquilo e disse que eu não gostava.

Ele imediatamente chegou mais perto tentando me acalmar dizendo que não havia problema fazer e perguntou se eu já havia feito, então eu respondi que não repetindo que eu não gostava.

Ele me perguntou como eu poderia saber se eu não gostava se eu nunca havia feito e veio em minha direção dizendo que era só eu segurar um pouco se eu não gostasse a gente pararia e eu iria embora e puxou minha mão novamente e dessa vez eu deixei acreditando que seria apenas um pouco ele segurou minha mão subindo e descendo minha mão no pau dele.

Soltou minha mão pedindo para eu continuar assim e seguiu para me abraçar e enquanto perguntava se eu estava gostando colocou as mãos alisando minha bunda por dentro da minha calça, novamente levei um susto e me afastei e veio novamente me acalmar e que só queria passar a mão para ver como era minha bunda.

Acabei deixando, ele abriu minha calça e me abraçou frente a frente passando a mão na minha bunda. E voltei a segurar o pau dele.

Depois de um tempo ele abriu a porta do carro e falou para eu sentar no banco do motorista e continuar segurando o pau dele, foi aí que ele começou a pedir uma chupadinha fiquei um pouco mais assustado, mas também estava curioso como seria e aceitei até que depois de alguns minutos ele perguntou se poderia gozar na minha boa. Nessa hora tirei da boca e disse que seria melhor não e saí do carro.

Assim que saí do carro ele veio por trás falando que não iria gozar na minha boca se eu não quisesse enquanto me encochava e segurava meu pau.

Ele perguntou se eu estava gostando de ser encochado, e eu na verdade estava, mas com receio do que viria a seguir respondi que não. Mas falou para eu relaxar e deixar porque seria só um pouco me apoiou numa parede abriu minhas pernas e passava o pau em toda minha bunda e dizia que era muito bom me encochar. Foi quando começou a passar o pau no meu cu pedindo para por um pouco e acabei deixando ele tentou algumas vezes em todas disse que sentia muita dor e ele nem conseguiu entrar, depois de algumas tentativas ele desistiu e pediu para eu chupar um pouco novamente depois de alguns minutos ele acabou gozando na minha boca sem avisar então falei que era melhor pararmos, ele tentou insistir me acalmando para continuar, mas não cedi dessa vez e fui embora.

Assim que cheguei em casa havia um recado do Antônio para que eu ligasse para ele. Fiquei em dúvida se deveria ligar, mas se eu não ligasse achei que ficaria claro que seria sobre os acontecimentos recentes.

Retornei a ligação, e as duas primeiras perguntas foram se eu estava bem e se eu iria pra balada comemorar a compra do carro. Respondi que sim e perguntei o horário que o pessoal iria chegar, tendo como resposta que o pessoal chegaria por volta das 8 da noite.

Respondi novamente que eu iria, mas antes de eu desligar ele perguntou seu eu tinha gostado. Desconversei mas ele falou que se eu quisesse poderia chegar mais cedo para conversarmos sobre o que aconteceu e que era para eu ficar tranquilo que era um coisa só nossa.

Falei que não queria falar sobre isso agora e desligamos.

Fui tomar banho, e para evitar o assunto decidi chegar mais tarde, cheguei após as 9 e meia da noite, quando teria certeza que todos já teriam chegado assim eu evitaria tratar do assunto com ele.

Então conforme planejei cheguei na casa dele mais tarde, ele me recebeu sem comentários me sentei no sofá curiosamente somente eu havia chegado e peguntei para ele sobre o pessoal que já estavam atrasados, e ele me respondeu que logo todos chegariam e comentou que achou que eu não viria depois da tarde de hoje.

Tentei mudar de assunto, mas ele insistiu perguntando como foi se eu tinha gostado ou se tinha sido ruim. Foi então que eu falei que não sabia e que estava meio confuso ainda e não queria falar sobre o assunto. Então ele saiu da sala dizendo que iria tomar uma ducha para aliviar e se alguém tocasse a campainha era para eu atender que seria o pessoal.

Ele saiu da sala e fiquei sozinho por uns 5 minutos, então ele volta com um roupão me dizendo que queria mais um pouco vindo em minha direção, foi tão rápido que não tive chance de me mover. Ele já estava na minha frente pedindo uma chupadinha que eu aceitei por pouco tempo e parei.

Quando eu parei de chupar ele segurou pelo braço me pedindo para levantar e me abraçou, falando que queria me ver sem roupa e jogou o roupão que ele estava vestindo no chão dizendo que era minha vez de tirar a roupa.

Falei que não e que logo os outros iriam chegar, ele falou que os outros teriam que tocar a campainha e era só eu me vestir se isso acontecesse.

Acabei aceitando e assim que fiquei pelado ele me abraçou pela frente segurando minha bunda, apertando ela e dizendo como ela era gostosa e me puxou para o sofá me deitando sentando por cima próximo ao meu peito e direcionando novamente o pau em minha boca que abri sem resistir e não demorou muito para ele gozar e como ele estava por cima não consegui escapar dessa.

Tirou o da minha boca e se deitou por cima de mim pedindo para ficar de 4 já que teríamos apenas 5 minutos para tentarmos atrás novamente, aceitei e ele começou tentar e eu voltei a sentir dores e ele não conseguir entrar mesmo pedindo para eu relaxar. Ele foi até o quarto e pegou um lubrificante, quando chegou falou para eu espalhar no pau dele enquanto ele passava no meu cuzinho já colocando um dos dedos dentro.

Assim que terminou de passar lubrificante me colocou de bruço e se deitou por cima de mim. O pau dele simplesmente escorregou pra dentro enquanto eu sentia dor e pedia para tirar, mas ele me abraçou mais forte pedindo para relaxar que já iria gozar rapidinho e que logo já ia gozar outra vez. E foi o que aconteceu, logo ele gozou e falou que o pau ainda estava duro de tanto tesão e que queria continuar.

Insisti novamente que o pessoal iria chegar, mas ele não ligou muito e continuou com o vai-e-vem. Até que finalmente decidiu falar que a balada foi cancelada e que ninguém iria aparecer durante a noite e que a balada seria somente ele e eu.

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